Archive for the ‘pensamentos’ Category

Articles

Amigo do Tempo

In pensamentos on julho 20, 2010 por @rustymind

Devem existir pelo menos umas 3 datas dessa ao longo do ano de acordo com os tipos de calendários e contagem lunares ou nascimento de profetas que o Google pode nos ajudar a conhecer melhor mas esse não é o objetivo deste post. É, amigos…

Ninguém no mundo é capaz de concentrar tantas experiências e prazeres numa só relação e numa só palavra como essas criaturas que por razões bem complexas acabam se aproximando de nós. O tempo todo conhecemos gente, conquistamos, paramos de seguir, adicionamos, bloqueamos mas no meio disso tudo só consigo destacar algo maior. Falo de afinidade.

Afinidade não é somente aquilo que cabe em letras mas algo que te atrai conscientementemente e principalmente com o prefixo ‘in’’ na frente do advérbio. O nosso jeito de viver e pensar de alguma forma acaba encontrando uma conjunção ou perfeita e diametralmente oposta disjunção com alguém que faz parte da nossa vida e que merece confiança de alguma forma mas, mesmo assim, não conseguimos chegar perto do que nos coloca no conjunto de universo infinito de nome amizade. Admitamos assim que é como a vida, as coisas, os problemas e tudo que nos rodeiam: simplesmente (e nunca um simplesmente foi tão mal usado) existem. Ao bom vivant, vivamos!

Estou aqui há mais de duas décadas e ao longo disso, conquistei alguns amigos e fui reconhecido como tal por outro tanto. Sofri bastante e hipotetizo a razão estar ligada ao fato de tentar ser compreensivo, companheiro e leal sem, muitas vezes, nem observar a quem, mas a gente se adestra e se ensina e aos poucos faz tudo com mais decência e sabedoria pra não se ferrar mais, foi inteligente seguir em frente. Somos sempre auto-didatas das relações humanas, temos o outro simplesmente um aprendiz de espelho, por assim dizer. O fato é que aos trancos e barrancos conquistei admiração de alguns e isso me faz seguir feliz porque sei que não vejo sozinho as qualidades de quem me rodeia.

Hoje é só mais um dia e como a gente sempre tem mania de dizer que todo dia é dia da Mãe, do Pai, do Funcionário Público, do Bibliotecário, arrisco-me a dizer que quando falamos de amigos a repetição deve ser enfática, em negrito e digna de parágrafo único como este pra ser justa. Já vi horas difíceis de  morte, amor, fossa, doença, alegria, desespero, falta de dinheiro e estudo e em todos os instantes sempre tive a quem recorrer e, digo mais, foram os momentos em que mais descobri as pessoas excelentes que tenho a meu lado até mesmo depois de uma droga cuja cura é a mais urgente de nossa sociedade: a descrença em alguns seres que se dizem humanos. Outras vários disseram simplesmente com a presença que quem procura ser amigo dos outros sempre vai ter com quem contar logo ali, é a lei natural pra quem não escolhe ficar cego.

Amigo é um ser de extremos pois combina com instantes de percepção aguçada, típicas de alegria extrema ou pânico. Não se percebe um amigo sem precisar ou na ausência de contato. É a mão que te segura e dá força de graça, reciprocamente e sem cobrança, é aquilo que te livra do ateísmo existencial. Uma excelente tradução da presença de Deus

Articles

Legado

In pensamentos on junho 29, 2010 por @rustymind

Avesso à rotina…

Curto programas repetidos com diferentes sabores. Gosto de novos dia e novas vidas, da falta de sol de um instante e do outro que me mostra que a rua é bem mais animada e quente do que imaginei debaixo do meu cobertor nas horas de frias e chuvosas. Tudo tem seus gostos.

Eu, no fundo, gosto de rotina.  A rotina de uma ator de mil personagens, que atua do drama épico a comédia romântica, (re)inventando tudo inexoravelmente o tempo todo, seus clássicos personagens e tudo aquilo que varia.  Todos  querem novidade, o íntimo do mundo pede isso e sempre é bem vindo um acontecimento pra chamar de seu, do contrário,  justo é o adeus. Ser feliz é reconhecer sempre que se precisa de uma nova corda! Respeite-se e crie como o publicitário do auto-marketing, para o público unitário, sua nova graça.  Desfaça-se do que é inútil mas trate de destruncar o que te complica, pois confusão é chave e concomitantemente moeda que exige e se expressa. Desvalor, …

Nunca se esqueca de pensar e fazer tudo de novo, por outro meio cujo lado não precisa necessariamente ser diametralmente o oposto. Cobre-se mas não seja cambista. É preciso valer-se de alguma moral e amizade para si e para os outros.

Estabilidade ou Transição: onde que te cabe?

up!

3 anos de blog este mês

Articles

Sobre jogos mentais e amadurecimento…

In pensamentos on junho 1, 2010 por @rustymind

Eu vou, venho e me teletransporto com facilidade. Não me esqueço que sou errado, errante, decidido, convicto, indagante. E sempre será…

”O sempre” que não existe, ainda sou pequeno pra ver o fim. Vivo numa mudança constante, a caminhada é mais feliz que se pensa, oportunidades vão e vem e viver é a maior e mais correta delas. É incrível como, apesar de tudo, inclusive das palavras, sempre acredito que o melhor pode acontecer. Acho que, no fundo, nasci otimista com uma razão cheia de por quês.

Sempre aproveito meu tempo livre no trajeto da universidade pra um velho hábito: pensar. Faço do meu caminho uma rotina trilhada por músicas aleatórias no meu iPod e, logo cedo, permito-me viagens complicadas, divertidas e densas. Hoje entendi que venho amadurecendo, sobretudo, idéias.

Vi que todos somos feitos de medos e impulsos. Condições que brincam de dados e cabo-de-guerra, sob alguma interferência nossa que somente o tempo nos ensina o quanto somos os pais que limitam e as crianças que sempre querem brincar. Seria lúdico mas não o é. Eu me vi jogando pião e que fique registrada aqui a percepção óbvia (pra mim) dessa brincadeira pequena, cujo jogador amarra o objeto com cordão firme, mira o alvo e, com alguma pontaria e destreza, lança o brinquedo fazendo-o girar. Tudo depende do lance e do rápido equilíbrio irracional para o tempo e a qualidade do giro, tudo são segundos. É assim que eu brinco: perdi os medos, levo a sério a brincadeira,  quero continuar.

Articles

Is this it

In pensamentos on março 31, 2010 por @rustymind

Tenho escrito tanto textos mentalmente. Tenho me editado com legendas sem noção que buscam o status conexo e que se desencontram num piscar. Venho passando a limpo minha própria vida com grafite sem marcas, sem lápis de cor. Sou pintor.

Os últimos meses foram alucinantes. Uma agitação meio que sem sentido a princípio mas quando revisada, diante das árduas conseqüência e fatos,  pode significar mais que a própria compreensão.

A minha vida mudou de uma hora pra outra, tão rápido  e  aos poucos,  que não percebi, pensando bem, até fiquei um pouco tonto. Amor, ódio, tristeza profunda, alegria desmedida, paixão, desilusão, amizade e mentira. Pegaram os ingredientes mais gostosos e misturam numa panela sem dosar a lógica.

Parto do pressuposto que Amizade extrema vira veneno quando frente a frente com mentira deslavada, Paixão verdadeira manda o coração de uma das vítimas para a sarjeta quando a ilusão mostra sua asa quebrante (não quebrada) . Por aí vai no complicado Xadrez daqueles que buscam levar a vida muito a sério. Confesso que não sei até que ponto tudo isso preserva…

Só sei que ao invés de confundir, caminho. Busco como sempre o melhor e desenrolo. Preciso de tempo e espaço já que férias de mim não seria um bom lugar. Dispenso letra de música, filmes de amor, bons exemplos de vida. Quero frases certeiras para cada alvo, já desconfiei dos amigos e deixei os verdadeiros a salvo. Fiz bem: aprendam que bons amigos te ajudam na diversão, nos momentos filosóficos, na fossa e em qualquer empreitada. É preciso saber viver, não é uma vil rima, não é um fraco clichê.

~

Por outro lado, a vida real, intercalada nas reflexões constantes, anda bem atribulada. A faculdade tem me consumido muito tempo e tento me desdobrar para assistir 8 aulas diferentes e outro tanto de práticas, entregar relatórios e dar conta da iniciação científica. A semana só acaba mesmo às 12 horas do Sábado depois de 4 horas de Inglês e no fim de semana estou literalmente um cadáver improdutivo.

Tirando o stress e os contratempos, gosto de ser ocupado assim. Imagine o estrago do Diabo nessa oficina vazia?  Espero que tudo esteja bem, em breve.  Preciso recuperar meu tempo livre onde quer que ele tenha ido. Ler livros, ir pra balada, escrever, ver filmes e andar pela cidade fazem uma falta da qual não queria me desvencilhar. Então,

Articles

O bloco do Eu sozinho

In impressões,pensamentos on fevereiro 15, 2010 por @rustymind

.

Com um fundo musical dramático, pode ate ser All by myself, pretendo não ser muito longo ao falar da minha decepção com aquelas pessoas que por vários anos ou até mesmo 2 de faculdade, coloquei na categoria preciosa e imaculada chamada: amizade.

Sou um cara bastante criterioso nos meus relacionamentos. Dizem por aí que sou simpático, divertido e uma boa pessoa, bobagem, muita bobagem, tento ser extremamente normal e honesto nas minhas atitudes e pensamentos. Isso já me basta e me mantém são para convivência. Sendo assim, dou-me o único direito de escolher gente boa para meu circulo de convivência

Apesar de exigente, espero apenas o que dou quando decido que Fulano/Fulana fará parte do sistema de preocupações, diversão e conversas francas da minha vida. Conselhos, festas, palavras sinceras e meia dose de sacrifício já são de bom tamanho pra gente ver se alguém te soma em algo nessa selva maluca que tem se tornado a vida. Já achei muita gente, tenho uma galera muito querida ao meu lado. Contudo, sinto-me só.

Todos tem atividades malucas e, pelo nossa média de idade, nada mais pertinente que viver lutando, estudando e correndo atrás de um lugar ao sol, porém, foco jamais pode ser confundido com desleixo. Se por um lado, gente que passo 6,7 meses sem ver, mostra que tem os mesmos sentimentos de sempre e que provavelmente durarão a vida toda, por outro, alguns apresentam-se como meros acasos do dia-a-dia que te usam como escoro e suporte quando precisa. Os tristes fatos me chamam à realidade; dura.

Eu considero as pessoas erradas. Isso está longe de ser a desvalorização das outras mas certas horas  parece mesmo que vivemos num sistema de colheita: ‘quando temos uma plantação muito longa é difícil ter água suficiente, adubo e agrônomo suficiente pra garimpar as terras com eficiência e justa moderação’.

Repeito que me sinto só mas não a todo momento mas sou rebelde e confirmo: odeio estar só. Não quero ser injusto com os presentes mas se falta uma parte de um todo, é impossível chama-lo de completo. Sou uma companhia mental aos que estou distante com o mesmo zelo da presença e busco isso, mas infelizmente não sinto. Apatia, indiferença e forçada ‘despercepção’ são crônicas e letais a todo esse sentimento, que confesso estar aprendendo a matar sem me desconfigurar. Aprender a matar neste caso é crucial.

Confirmo aqui a máxima que ‘nunca devemos esquecer de nos bastar acima de tudo’ e assim procurarei ser. Injusto é  guardar tanto espaço da minha vida atribulada, gerando mais atríbulo e perdas voláteis. Vou viver e cuidar de mim, esses novos espaços vagos logo farão um novo sentido, terá novos inquilinos e, quem sabe, as estatísticas façam valer nova expansão. Enquanto isso, junto os pedaços e coloco cada coisa em seu lugar com a tristeza profunda mas nunca lamentável por ser transformadora, munido do meu eterno otimismo e entusiasmo de recomeçar. Se ‘a nossa vida é um eterno Carnaval e a gente vive de esconder a dor’, também não demorará pra aparecerem novos foliões a seguirem o estandarte  do meu monobloco

Articles

Dead and Gone

In impressões,pensamentos on dezembro 24, 2009 por @rustymind

O meu ano foi tão corrido e cheio de fatos que preciso me fazer da metáfora do trem bala para explica-lo porque não poderia termina-lo se não fosse assim, descrevendo esta parada, nesta estação. Se no princípio o tempo parecia escuro, na verdade ele era bem cinza do tipo que a gente não sabe se tudo aquilo vai virar treva ou simplesmente o sol vai aparecer e botar calor no meio de tudo. Deus me fez maquinista

Sem contar as horas nos dedos, repentinamente vi-me sobre trilhos de nuvens, sob rochas geladas e percurso de ferro sob nuvens, bem perto daqui e tão longe de lá. A vontade de chegar era tão grande que, sem um mapa nas mãos, tratei de buscar caminhos bem sólidos perto de mim. Aliás, perto não, dentro; e assim prossegui. Faltou-me tempo.

Contudo, consegui brincar de Dom Quixote e como quem pilota algo super veloz e intenso, conseguir dar uns pulinhos e aproveitar o terreno em volta para combater meus moinhos de ventos que se faziam fortes, tenazes, tangíveis e oníricos, verdade, tinham horas que o sonho e a realidade era dois vizinhos que se apaixonavam e pulava suas janelas. Faltou-me tempo de ver direito, mas a viagem não podia parar.

Corre o trem, a chaminé tem som de sino que fica pra lá e pra cá. BQ BQ BQ, me deixou pra lá e pra cá. Fui entendendo que pra se manter firme é preciso se organizar e a dor não pode rimar. No começou,  aquilo que era orgânico sabia me desconsertar.

Num descuido, o mapa vôo, fugiu pela janela. Havia só um pedaço de tábua e o vento pra lá e pra cá.

As palavras ficaram poucas mas junto com isso fui subtraindo meu pesar. O coração precisa de ombros largos e firmes pra suportar seu fel. Diante dos dissabores, decidi não ser amargo porque não conseguem levar meu coração tão fácil. Menino que gosta de doce não é tão fácil de iludir, a viagem tinha de continuar.

A proposta, o orgulho, a falta, a raiva, o sucesso, o elogio, o sacrifício todos juntos, se estivessem na metáfora do livro, poderia ser um capítulo mas como estamos na do trem, atribuo a eles um vagão. À alguns, eu dou até mais de um andar. Bota lenha pra o negócio funcionar!  Passado o tempo, agora é hora de descansar. A viagem é longa, o maquinista está com mais consciência e lá em cima sabem pra onde o levar.

~

Passado o momento, brainstorm pseudo-poético, continuo a falar…

Certa vez ouvi que Um limite depois de ultrapassado, é impossível voltar e isso me tocou profundamente. Foi bem assim que, neste ano que se passou, tentei seriamente brincar.  Superei vários obstáculos e pela primeira vez na vida entendi o valor mais profundo e exato de tal verbo. Tive muitos contratempos, aperreios, decepções mas ao mesmo tempo conquistei coisas interessantes que me dão muita alegria e um honesto e nem um pouco arrogante orgulho de ter chegado lá.

Depois de todos os acontecimentos dos últimos 12 meses, tenho o sentimento correto para incentivar qualquer pessoa a perceber a importância de lutar. É assim que se alcançam objetivos, muda-se uma conduta e compreende-se o valor e a razão dos sacrifícios. Em momento nenhum, nossa última opção é chorar.

É preciso ter fé e agradecer na proporção correta. A vida não é feita de fórmulas mas cada um pode atingir algo com passos firmes e bem definidos, apenas com o bom uso de uma importante ferramenta: o observar. Por que não escrever o seu próprio mapa?

Estou cheio de novas metas e esperançoso de alcançá-las no ano que se aproxima e desde que vim morar nesta cidade nunca me senti assim. Sonhos bem anotados na mente e que nem me consomem tanto quando antes, nem arrancam-me cabelos por tentar imaginar como serão atingidos, acredito serem os mais propícios a serem colocados em prática. Quando algo é nosso e nós fazemos por onde, é praticamente impossível  não chegar lá se você souber equilibrar prudência com seu lado mais destemido. Importante é mesmo ser um bom malabarista do seu eu.

É como diz aquela música, o velho eu está morto e desaparecido. Eu acredito, no sentido mais filosófico, que a gente reencarna na mesma vida e abre novos rumos à nossa existência. Só não consigo medir o tamanho exato disso tudo a partir de agora. Fui pra outro lugar simplesmente porque precisava caminhar e assim continuo o mesmo, saindo, criando, interrogando e produzindo algo. Hei de chegar ao meu devido lugar. É uma viagem constante que não pode parar. O grande desafio é constante:  lutar ao lado da minha mente para nunca enferrujá-la

Um bom ano a todos que lêem meu blog. Continuo sempre postando por aqui, bem como no meu twitter e tumblr. Feliz Natal e próspero Ano Novo, sinceramente!

Articles

Entre Guerras-Santas e Auto-Insurreições

In filosofia,impressões,pensamentos on outubro 18, 2009 por @rustymind Marcado: , ,

Conheço poucos Ateus verdadeiros. A maioria simplesmente discorda do Cristianismo Patológico Brutal imposto por nossa Sociedade Católica.

Nascemos e crescemos sob a aureola santificante da confissão eterna que redime quaisquer pecados, somos escravos do medo de morrer, da dor de aceitar nossa péssima condição como se fosse a vontade pura de Deus, sem o direito de questionar. Foram tão tolos os que conceberam esse padrão e jogaram-no no mundo com a idéia que o mesmo seria aceito continuamente ao longo dos séculos, amém. Doce ilusão, maldita ideologia perfeita falha.

Sou espírita por fé e convicção, embora, que fique claro, essa não seja a base do meu argumento, doravante tamanha senilidade do mesmo. Acredito que cada um tem direito de amar, fazer ritual, idolatrar e até dar a própria vida por aquilo quem bem entende. Sempre declaro em discussões desse tipo frases como ‘Se eu quiser justificar minha fé, arranjo 1000 argumentos. Se você quiser discordar, use de outros 1000 existentes’ e não chegaremos a lugar nenhum, sem o mínimo respeito. Essa não é a vontade de Alá, Jesus, Buda, Oxalá ou seja quem for, talvez a do demônio, se ele existir pra você…e blá blá blá, pá pá pá, veja…

O Brasil é um país controverso e intrigante. Somos formados por tantas raízes, gritamos por reconhecimento de nossa democracia cultural, racial e filosófica mas funcionamos como o bixo que luta pela morte mesmo dentro do fundo do poço. Tão inútil não respeitar. Existem problemas e desprezar o outro como anjo perdido é mais burrice que simples intolerância.

Dentro do coração de quem costura nomes em bocas de sapo, de quem só enxerga um palmo além da caverna de Platão ou de quem acredita na imagem de Nossa Senhora como santa, mesmo sendo proibida adoração, segundo o livro sagrado: O SEU livro Sagrado, nunca se esqueça! , existe algo maior que um julgamento superficial pode concluir. Debaixo de uma caixa craniana pulsa um cérebro, sentimentos  que erroneamente confundimos com o coração. Sim, é sob nossos pensamentos que surgem as mais diversas e respeitosas idéias sobre fé, sobre razão em ter um Deus ou simplesmente afastar-se da idéia dele sem querer ser bom ou fazer coisas boas por ética ou boa natureza independente da divindade X.

É o direito de cada um. A força que rege a cada um de nós é a que permitimos, seja ela conectada com outra ou não, pode ser condicionada, mas nunca negada com provas suficientemente aceitáveis.

Vamos amar o respeito, a liberdade de culto, as crenças individuais sem desrespeito e desamor. Dentro desse mundo descubramos nossa nicho, a razão que nos governa e que o Amor, caso ele seja importante pra ti,  possa unir o que há de comum e que salve da grande doença aqueles todos que precisam. É hora de quem se nega a olhar pra algo diferente superar a condição de vítima e saber o que realmente se quer, ninguém consegue ser feliz vivendo uma vida de revoltas. Sejamos plurais como sempre, todos nascemos com a condição de ter forças. Ainda bem!