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Entre Guerras-Santas e Auto-Insurreições

In filosofia, impressões, pensamentos on outubro 18, 2009 by @rustymind Marcado: , ,

Conheço poucos Ateus verdadeiros. A maioria simplesmente discorda do Cristianismo Patológico Brutal imposto por nossa Sociedade Católica.

Nascemos e crescemos sob a aureola santificante da confissão eterna que redime quaisquer pecados, somos escravos do medo de morrer, da dor de aceitar nossa péssima condição como se fosse a vontade pura de Deus, sem o direito de questionar. Foram tão tolos os que conceberam esse padrão e jogaram-no no mundo com a idéia que o mesmo seria aceito continuamente ao longo dos séculos, amém. Doce ilusão, maldita ideologia perfeita falha.

Sou espírita por fé e convicção, embora, que fique claro, essa não seja a base do meu argumento, doravante tamanha senilidade do mesmo. Acredito que cada um tem direito de amar, fazer ritual, idolatrar e até dar a própria vida por aquilo quem bem entende. Sempre declaro em discussões desse tipo frases como ‘Se eu quiser justificar minha fé, arranjo 1000 argumentos. Se você quiser discordar, use de outros 1000 existentes’ e não chegaremos a lugar nenhum, sem o mínimo respeito. Essa não é a vontade de Alá, Jesus, Buda, Oxalá ou seja quem for, talvez a do demônio, se ele existir pra você…e blá blá blá, pá pá pá, veja…

O Brasil é um país controverso e intrigante. Somos formados por tantas raízes, gritamos por reconhecimento de nossa democracia cultural, racial e filosófica mas funcionamos como o bixo que luta pela morte mesmo dentro do fundo do poço. Tão inútil não respeitar. Existem problemas e desprezar o outro como anjo perdido é mais burrice que simples intolerância.

Dentro do coração de quem costura nomes em bocas de sapo, de quem só enxerga um palmo além da caverna de Platão ou de quem acredita na imagem de Nossa Senhora como santa, mesmo sendo proibida adoração, segundo o livro sagrado: O SEU livro Sagrado, nunca se esqueça! , existe algo maior que um julgamento superficial pode concluir. Debaixo de uma caixa craniana pulsa um cérebro, sentimentos  que erroneamente confundimos com o coração. Sim, é sob nossos pensamentos que surgem as mais diversas e respeitosas idéias sobre fé, sobre razão em ter um Deus ou simplesmente afastar-se da idéia dele sem querer ser bom ou fazer coisas boas por ética ou boa natureza independente da divindade X.

É o direito de cada um. A força que rege a cada um de nós é a que permitimos, seja ela conectada com outra ou não, pode ser condicionada, mas nunca negada com provas suficientemente aceitáveis.

Vamos amar o respeito, a liberdade de culto, as crenças individuais sem desrespeito e desamor. Dentro desse mundo descubramos nossa nicho, a razão que nos governa e que o Amor, caso ele seja importante pra ti,  possa unir o que há de comum e que salve da grande doença aqueles todos que precisam. É hora de quem se nega a olhar pra algo diferente superar a condição de vítima e saber o que realmente se quer, ninguém consegue ser feliz vivendo uma vida de revoltas. Sejamos plurais como sempre, todos nascemos com a condição de ter forças. Ainda bem!

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Uma resposta to “Entre Guerras-Santas e Auto-Insurreições”

  1. Jesus luz?
    jesus Luz?..hamm…. I don´t think so!uahsua

    lendooo o texto e adorando ! =D

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