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Novo endereço

In sobre o blog on julho 22, 2010 by @rustymind

Pessoal, depois de 3 anos, meu blog finalmente terá um domínio próprio. Infelizmente o wordpress.com anda praticamente impossível de usar, sai fora do ar o tempo todo e, quem é blogueiro sabe, essas dificuldades técnicas Impedem de postar e cortam o entusiasmo de produzir novos textos.

Ainda estou apanhando do html, do wordpress.org e do servidor justamente por me deter ao WP e saber muito pouco dessas coisas, mas plugins e widgets são intuitivos e aos poucos meu blog vai tomando a forma que eu quero. Os posts, comentários, imagens, arquivos e vídeos estão todos lá.

Novo endereço é:

www.rustymind.com.br


Assine o feed/rss:  http://feeds.feedburner.com/rustymind

Contato e outras contas: www.meadiciona.com/clovis

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Amigo do Tempo

In pensamentos on julho 20, 2010 by @rustymind

Devem existir pelo menos umas 3 datas dessa ao longo do ano de acordo com os tipos de calendários e contagem lunares ou nascimento de profetas que o Google pode nos ajudar a conhecer melhor mas esse não é o objetivo deste post. É, amigos…

Ninguém no mundo é capaz de concentrar tantas experiências e prazeres numa só relação e numa só palavra como essas criaturas que por razões bem complexas acabam se aproximando de nós. O tempo todo conhecemos gente, conquistamos, paramos de seguir, adicionamos, bloqueamos mas no meio disso tudo só consigo destacar algo maior. Falo de afinidade.

Afinidade não é somente aquilo que cabe em letras mas algo que te atrai conscientementemente e principalmente com o prefixo ‘in’’ na frente do advérbio. O nosso jeito de viver e pensar de alguma forma acaba encontrando uma conjunção ou perfeita e diametralmente oposta disjunção com alguém que faz parte da nossa vida e que merece confiança de alguma forma mas, mesmo assim, não conseguimos chegar perto do que nos coloca no conjunto de universo infinito de nome amizade. Admitamos assim que é como a vida, as coisas, os problemas e tudo que nos rodeiam: simplesmente (e nunca um simplesmente foi tão mal usado) existem. Ao bom vivant, vivamos!

Estou aqui há mais de duas décadas e ao longo disso, conquistei alguns amigos e fui reconhecido como tal por outro tanto. Sofri bastante e hipotetizo a razão estar ligada ao fato de tentar ser compreensivo, companheiro e leal sem, muitas vezes, nem observar a quem, mas a gente se adestra e se ensina e aos poucos faz tudo com mais decência e sabedoria pra não se ferrar mais, foi inteligente seguir em frente. Somos sempre auto-didatas das relações humanas, temos o outro simplesmente um aprendiz de espelho, por assim dizer. O fato é que aos trancos e barrancos conquistei admiração de alguns e isso me faz seguir feliz porque sei que não vejo sozinho as qualidades de quem me rodeia.

Hoje é só mais um dia e como a gente sempre tem mania de dizer que todo dia é dia da Mãe, do Pai, do Funcionário Público, do Bibliotecário, arrisco-me a dizer que quando falamos de amigos a repetição deve ser enfática, em negrito e digna de parágrafo único como este pra ser justa. Já vi horas difíceis de  morte, amor, fossa, doença, alegria, desespero, falta de dinheiro e estudo e em todos os instantes sempre tive a quem recorrer e, digo mais, foram os momentos em que mais descobri as pessoas excelentes que tenho a meu lado até mesmo depois de uma droga cuja cura é a mais urgente de nossa sociedade: a descrença em alguns seres que se dizem humanos. Outras vários disseram simplesmente com a presença que quem procura ser amigo dos outros sempre vai ter com quem contar logo ali, é a lei natural pra quem não escolhe ficar cego.

Amigo é um ser de extremos pois combina com instantes de percepção aguçada, típicas de alegria extrema ou pânico. Não se percebe um amigo sem precisar ou na ausência de contato. É a mão que te segura e dá força de graça, reciprocamente e sem cobrança, é aquilo que te livra do ateísmo existencial. Uma excelente tradução da presença de Deus

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Never Ending History

In música, vídeos on julho 10, 2010 by @rustymind

Sabe a pergunta boba de qual coisa você levaria pra uma Ilha Deserta?

Eu responderia sensatamente e, sendo ou não uma situação semelhante a que temos em Lost, certamente seria as minhas músicas,  uma boa companhia perfeita pra eternidade.  É como se cada som produzisse consigo o efeito de fonte de todas as épocas, pessoas e pensamentos que passaram de uma forma ou de outra ao longo dos meus dias. Pudesse fazer uma comparação simples, chamaria a música de diário onde tracks são capítulos e álbuns se encaixam perfeitamente em anos.

Pensei numa maneira inteligente de compartilhar todas as músicas que acho importante sem limitar, ser injusto ou incoerente. Decidi fazer um post simples e direto com um playlist interminável, ou seja, vou adicionando, sempre que lembrar, novos conteúdos e quem quiser saber mais sobre o que foi feito pra tocar pra mim pode acessar o link abaixo:

Áudio:  http://listen.grooveshark.com/#/playlist/Best/31986158/music

Vídeo: http://timeislow.blogspot.com/2010/07/never-ending-history.html

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TTBr

In impressões on julho 2, 2010 by @rustymind Marcado: , , , , , , , , , , ,

Chega de Rebolations e embromations!

O Brasil não ganhou mas a vida continua. Eu nunca acompanho futebol, isso não muda minha vida e nem assistia jogo de qualquer espécie desde a penúltima Copa. Nessa última, fiquei mais envolvido por ser twitteiro e anarquista mas sempre com criticidade. A vida é um jogo que se pode ganhar ou perder, filosoficamente ou não, e sempre há algo de bom pra se tirar de tudo.

É hora de nova pauta, é hora de eleição. Precisamos ser menos partidários, não chamar Dilma, Marina e Serra de Lúcio, Felipe, Kaká ou Júlio César. Os debates e as propostas precisam menos Galvões, e não me refiro aos pássaros brasileiros em extição, e mais de pessoas que criticam decididas a acertar. É preciso ser juiz, treinador, torcedor, narrador e telespectador tudo ao mesmo tempo. Guardem seus esforços cognitivos!

O país não ganhou a seleção simplesmente por não ter sido a melhor. Imaginem chegar na próxima fase e ser derrotado do mesmo jeito? Peças diferentes do mesmo quebra-cabeça original. Sejamos justos e honestos com nós mesmos, isso nos basta. Precisamos de resultados mais bonitos, menos circo e mais pão, é preciso partir na luta de uma taça mais hexa: saúde, economia, educação, segurança, cultura e tecnologia. Difícil dizer quais desses títulos já foram iniciados, o fato é que de um pouco de cada necessidade dessa nação ainda somos bem perdedores.

Lenço nas lágrimas, título (de eleitor) a mãos e ataque. Os adversários são inteligentes e já somos bem livres para vuvuzelarmos nossas impressões. Vale oração, eleitor gordinho, preto, pobre, carioca, gay, nordestino, jornalista da Globo e cantor de jingle meia-boca. A próxima vitória é única e exclusivamente nossa!

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Legado

In pensamentos on junho 29, 2010 by @rustymind

Avesso à rotina…

Curto programas repetidos com diferentes sabores. Gosto de novos dia e novas vidas, da falta de sol de um instante e do outro que me mostra que a rua é bem mais animada e quente do que imaginei debaixo do meu cobertor nas horas de frias e chuvosas. Tudo tem seus gostos.

Eu, no fundo, gosto de rotina.  A rotina de uma ator de mil personagens, que atua do drama épico a comédia romântica, (re)inventando tudo inexoravelmente o tempo todo, seus clássicos personagens e tudo aquilo que varia.  Todos  querem novidade, o íntimo do mundo pede isso e sempre é bem vindo um acontecimento pra chamar de seu, do contrário,  justo é o adeus. Ser feliz é reconhecer sempre que se precisa de uma nova corda! Respeite-se e crie como o publicitário do auto-marketing, para o público unitário, sua nova graça.  Desfaça-se do que é inútil mas trate de destruncar o que te complica, pois confusão é chave e concomitantemente moeda que exige e se expressa. Desvalor, …

Nunca se esqueca de pensar e fazer tudo de novo, por outro meio cujo lado não precisa necessariamente ser diametralmente o oposto. Cobre-se mas não seja cambista. É preciso valer-se de alguma moral e amizade para si e para os outros.

Estabilidade ou Transição: onde que te cabe?

up!

3 anos de blog este mês

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Sobre jogos mentais e amadurecimento…

In pensamentos on junho 1, 2010 by @rustymind

Eu vou, venho e me teletransporto com facilidade. Não me esqueço que sou errado, errante, decidido, convicto, indagante. E sempre será…

”O sempre” que não existe, ainda sou pequeno pra ver o fim. Vivo numa mudança constante, a caminhada é mais feliz que se pensa, oportunidades vão e vem e viver é a maior e mais correta delas. É incrível como, apesar de tudo, inclusive das palavras, sempre acredito que o melhor pode acontecer. Acho que, no fundo, nasci otimista com uma razão cheia de por quês.

Sempre aproveito meu tempo livre no trajeto da universidade pra um velho hábito: pensar. Faço do meu caminho uma rotina trilhada por músicas aleatórias no meu iPod e, logo cedo, permito-me viagens complicadas, divertidas e densas. Hoje entendi que venho amadurecendo, sobretudo, idéias.

Vi que todos somos feitos de medos e impulsos. Condições que brincam de dados e cabo-de-guerra, sob alguma interferência nossa que somente o tempo nos ensina o quanto somos os pais que limitam e as crianças que sempre querem brincar. Seria lúdico mas não o é. Eu me vi jogando pião e que fique registrada aqui a percepção óbvia (pra mim) dessa brincadeira pequena, cujo jogador amarra o objeto com cordão firme, mira o alvo e, com alguma pontaria e destreza, lança o brinquedo fazendo-o girar. Tudo depende do lance e do rápido equilíbrio irracional para o tempo e a qualidade do giro, tudo são segundos. É assim que eu brinco: perdi os medos, levo a sério a brincadeira,  quero continuar.

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Gorillaz cheio de Stylo

In vídeos on abril 29, 2010 by @rustymind

Lembro quando o Gorillaz surgiu no meu primeiro ano no colégio. Estava longe de ser um rockeiro e muito menos um cara com gosto indie para as coisas mas curtindo, na minha opinião, a muito pouco pop Clint Eastwood, quando descobri que as músicas não escolhidas para single dos caras eram excelentes; as melhores. Os trabalho seguintes só confirmaram as minhas opiniões. Hoje não temos mais os desenhos com identidade secreta tão forte e o Plastic Beach mostra-se como um álbum inovador na sonoridade, inteligente e bem trabalhado para fãs e admiradores, sem rótulos e novidades óbvias. Não há mais diferenças extremamente pops ou não entre faixas que ganham vídeo ou aquelas que ficam de fora.
O single Stylo já me sinalizou que uma abordagem mais real do grupo estava a caminho, sem desmerecer o virtual. Então me deparei com esse vídeo e, para minha surpresa, as personagens que ganham vida lideradas por 2D, digo, Damon Albarn ganharam corpo numa apresentação ao vivo que dispensa o 3D completamente. Ficam me devendo hologramas, efeitos ”avatar”…não custa sonhar porque não é impossível chegar lá. Gorillaz a cada dia se afirma como um grande projeto coletivo de um homem só…