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Time is Low 01
Apesar do sonho, ainda não me tornei algo além de um cara que curte música moderna e brinca com os bons ritmos que o agrada. A idéia de criar uma seção de Mixtapes veio justamente da vontade de contar alguma história em forma de áudio, divertir as pessoas, fazê-las pensar diante de seus computadores, na correria do dia-a-dia, em seus iPods ou MP3Players com uma sequência de boas canções de quaisquer estilo (do brega à música clássica, passando pelo indie, forró, música eletrônica e pop). Paralelamente, acho que posso me divertir bastante com tudo isso, indicar novos artistas e quem sabe vire um bom negócio, já que considero tudo divertido ante mão?
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YYY’s – Heads Will Rock | Franz Ferdinand – No you girls | La Roux – Quicksand | Phopenix – Litzomania | Lily Allen – Fuck You | Beirut – Elephant Gun
Com um conteúdo mais Indie, a edição de hoje contém uma espécia de TOP 6 das canções mais ouvidas por mim no último mês. A idéia é misturar a música eletrônica e os sintetizadores com guitarras, ritmo dançante e a curiosa alegria depressiva de canções como Litzomania e Quicksand com as excelentes para a pista como Heads Will Rock e No you girls…
Empire of Sun

O ano mal começa e os ouvidos das pessoas começam a descartar pseudo-promessas do mundo da música que conseguiram bons resultados em 2008 mas que a real consistência do trabalho ainda mereça passar pela marca do tempo para demonstrar seu verdadeiro potencial ou silenciar-se pra sempre.
Em busca de bandas novas e coisas divertidas para agitar os fones de ouvidos, encontrei o Empire of the Sun e o seu excelente disco Walking on a Dream. A capa do álbum nos remete claramente ao filme Star Wars, o que nos faz pensar assertivamente que o Luke Steele e Nick Littlemore buscam um som moderno e futurista mas com um clima psicodélico-nostálgico extremamente agradável. Não é difícil compará-los ao MGMT e provavelmente esse será um bom gancho para que esses australianos sejam notados festivais, playlists e indie blogs mundo afora.
Clipe: Walking on a Dream
http://www.myspace.com/empireofthesunsound
*post original no misturinha
Penso, logo insisto
A vida e os dias têm me trazido uma oportunidade significativa: a de por em prática todo o meu conhecimento, adquirindo outros e enxergando novos horizontes. É um trabalho cansativo, oneroso, renunciante e estressante, contudo, vale a pena encarar uma nova vida com as várias possibilidades, o frio na barriga típico e, ao final, ver que seus objetivos foram alcançados de uma maneira geral . Sempre parto do princípio que expandir os rumos é primordial.
O mundo deu tantas voltas que até duvido que 2008 tenha sido apenas um ano, creio veementemente que não. Comecei uma faculdade e gostei dela, deixei a antiga cidade, tive decepções, passei por momentos complicados e fico feliz por tudo isso. Nada é tão incerto quanto antes, isso me faz sonhar e , diante disso, tenho combustível suficiente para seguir em frente, então, sigo na hora que der.
O fato é que estou cansado mesmo. Fracassei no aspecto vida social, balada e curtição, que ficaram bem escondidos no caderno de planos e arregimentados por sete cadeiras que exigiam muito estudo, além do curso de Inglês e as viagens inadiáveis a Caruaru (não falo com mágoa). Agora as aulas estão acabando, preciso estudar para as últimas provas e cadê a disposição mental? Se não dá pra voltar atrás dos erros, ao menos aprenda com eles e não os repita. Isso me faz querer férias urgentemente com uma estima inédita. Não quero uma mente enferrujada e uma vida dessas pra sempre. Preciso pensar …
The Killers – Human
Integrando o novo álbum do The Killers que sairá no próximo dia 25, a música Human foi tocada ao vivo no último EMA de 2008. O programa contou com uma qualidade extraordinária nas apresentações ao vivo, exceto na escolha dos premiados, que não vem ao caso. Ao contrário de muitos artistas que funcionam bem em estúdio e ao lado de uma penca de produtores da tribo MTV , os Killers provaram que é possível fazer um bom Indie Rock com produção para impressionar o mainstream, mesmo já bem distante das raízes, não decepcionar os fãs e manter o clima alternativo das composições.
'Are we human? Or are we dancers? My sign is vital My hands are cold And I'm on my knees Looking for the answer Are we human? Or are we dancers?'
Café na mente, óculos na mesa
Não conviva com a ilusão de que você conhece totalmente a pessoa que está ao seu lado. Ser diferente e estranho não é vaidade, é propriedade do ser humano. Ensaia mas não se esquece de que não existe prévia da verdade. Do contrário, decepção.
Eu tive um mês bem diferente de tudo que já vivi. É certo que nem um dia é igual ao outro mas, definitivamente, os últimos 30 dias tentaram me colocar no eixo, sim, um novo eixo no qual imprevisíveis giros puderam me conduzir a uma nova visão das coisas e dos fatos. Se tem alguém que saiu realmente fortalecido diante de tudo, sem dúvidas, e com orgulho, trata-se de mim. Este velho guerreiro que não repousa de sua ansiedade de viver e que jamais desistirá de ser da vida um vivedor, segue em frente armado com a simplicidade de um novo óculos
“Os analfabetos do próximo século não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender”
( Alvin Toffler )
Radiohead – House of Cards
Mau-humor = Intolerância

O dia ontem foi muito complicado. Aconteceram coisas que não queria , a internet estava ruim , fui à rua , juntei o monte de decisões que tenho de tomar e fiquei pensativo um tempão.Usei plenamente meu direito de ser mau-humorado uma vez na vida e , acreditem , isso até me fez um certo bem.
‘Fui ao Mais e mais uma vez não resolvi o que queria – Andei bastante só para conseguir um número de telefone – Não achei a casa de alguém que queria muito rever – O amortecedor da sandália fez um calo no solado do meu pé – Fui ao shopping (com o pé doendo) – Comi um pastel enorme de queijo e catupiry sozinho – Visitas inesperadas aqui em casa – Uma nova queda de energia quase que queima meu computador – Anilson e Aline vieram aqui em casa e fizeram minha tradicional festa , que mais uma vez foi surpresa e me deixaram feliz ¹ ’
¹ Eu acho que no meio de um turbilhão de coisas sempre tem algumas que pode nos fazer , certamente , mais felizes. Não sou escravo de um visão pessimista da vida e dos fatos…ainda bem…
Ficar em casa tem me feito bem mas há momentos em que isso se torna cansativo e , inevitavelmente , a gente acaba dando importância a coisas pequenas e ficando um pouco desanimado.Reverter essa situação é uma questão , em devidas proporções , de saúde.É fato que preciso fazer das coisas , diferentes. Sou um indivíduo que tem um pouco de paciência mas tem horas em que a gente se pega não gostando das situações e das pessoas , implicante , sem tolerância , contudo , quero ficar novo com os anos e não ranzinza.Raiva e incompreensão faz parte de ser humano , melhorar é opção , conseguir é esforço , merecimento e dedicação.Eu sigo em frente…
História e Cultura útil
Ultimamente postar no meu outro blog e conversar coisas no twitter tem me levado a conteúdos interessantes na Wikipedia sobre coisas que eu já conheço mas acabo encontrando alguma informação diferente por lá. Sei que o site gera controvérsias mas serve de noção geral em relação a muitos temas.Em relação à História, tenho lido sobre:
Vídeo: Tarja Turunem – Die Alive
black out
Depois de resistir bastante , mas como interessado em música que sou , resolvi fazer um download do novo cd da Britney Spears.Ela é um projeto não mal sucedido de garota vexame do pop recheada de problemas na vida pessoal e de puro marketing além de ser disfarçadamente amada por parte da mídia que sempre ganha com a melhor notícia dela : a próxima.Tomara que ela não se degrade moralmente ainda mais porque não deve ser fácil representar o papel atribuído a carreira dela.Bem , vamos à música dela que é o mais importante.
O novo álbum chama-se black-out e foi lançado há poucos dias antes da data prevista pela gravadora pois o mundo globalizado nos permite conseguir as versões completas de cds que serão lançados com uma boa antecipação.Eu fiquei com a sensação de estar no meio de uma balada com boa música , ritmos eletrônicos modernos e não óbvios (quanto a obviedade ela passará a existir se o cd estourar pois a tendência é alguém querer copiar), letras vazias como sempre mas sexys (ou seria sexo?)e provocantes.As canções , ou talvez fosse melhor chamá-las de “os batidões” que mais me chamaram atenção foram : “break the ice” e “piece of me” que como sempre são gemidas em algumas partes mas destacam-se pelo excelente trabalho dos djs arrumados para fazer esse cd.
Sinceramente , não consegui ouvir o álbum completo de uma vez não sei se pelo fato de eu não gostar de música pop comercial ou por não está acostumado com a sonoridade e precisar de um tempo para digerí-la mas não porque é ruim.Comercial não é sinônimo de falta de qualidade , devo assumir.Acho que os fãs devem estar eufóricos , eu compreendo.
Termino esse post me perguntado “Quem ou o que é Britney Spears?”.Não a encaro seriamente nem muito menos acho que seu trabalho é relevante como artista pelo menos nessa fase em que nitidamente ela não tem feita absolutamente nada musicalmente falando pois lançar um cd muito bem produzido pelos outros não tem tantos méritos.Ser gostosa e rebolar bem , muito bem , não é ter talento musical.Sou de um tempo em que os artistas cuidavam de tudo em sua música , as letras , as imagens , os músicos e quem dirá a divulgação.Hoje todo mundo quando não usa um programinha baixado em comunidades de download para editar suas próprias músicas e se entregar à sorte no myspace contrata-se terceiros e finalmente pode-se bater no peito hipocritamente dizendo : eu tenho um novo disco. Daí é só sair em turnê , ganhar milhões , fazer a música parecer indie e só produzir algo “novo” daqui a uns 3 anos para bombar na mtv. Escutem o novo cd da Britney sem compromisso e lembrem-se de esquecer quem ela é pois talvez assim vocês terão boas músicas para se animar ou não.Suspeito que esse arquivo logo logo estará na lista de esquecidos do meu hd pois meu gosto é bem diferente disso.
one of us
É de ouvir canções que nos transportam para outras dimensões do meu pensamento que estou precisando porque aliás toda as formas de arte , inclusive a música , deveriam ter permanentemente essa função.Contudo , percepção é algo muito relativo e depende de uma série de vivências para ser construída. Eu sou um bom exemplo disso pois às vezes encontro sentidos complexos em coisas bobas e não vejo quase nada em coisas mais sérias e aclamadas como é o caso da música.
Toda essa introdução foi somente para falar sobre uma letra que fazia um bom tempo que eu não para pra refletir e escutar.Há horas que dá aquele estalo , a gente lembra de alguma coisa e corre na internet para ver se acham alguma informação e foi assim que fiz com a One of Us , um hit que fez muito sucessos em 1995 na voz da cantora Joan Osborne.A fama da canção vai da bela voz da artista até as infinitas interpretações que seus versos causaram na época.
Confira :
Joan Osborne – One of us
If God had a name what would it be?
And would you call it to his face?
If you were faced with Him in all His glory
What would you ask if you had just one question?
1-And yeah, yeah, God is great
Yeah, yeah, God is good
yeah, yeah, yeah-yeah-yeah
What if God was one of us?
Just a slob like one of us
Just a stranger on the bus
Tryin’ to make his way home?
If God had a face what would it look like?
And would you want to see if, seeing meant
That you would have to believe in things like heaven
And in Jesus and the saints, and all the prophets?
(repeat 1, 1)
Back up to heaven all alone
No, nobody calling on the phone
No, just tryin’ to make his way home
Nobody calling on the phone
‘Cept for the Pope maybe in Rome
Tradução :
http://vagalume.uol.com.br/joan-osborne/one-of-us-traducao.html
Eu não queria entrar no mérito do significado e da interpretação da canção para cada um e sim na minha visão sobre tudo.Bem , eu sinto uma tristeza esperançosa ( é possível?) quando escuto a canção a primeiro momento mas não me detenho somente às críticas que talvez ela faça sobre a posição dos religiosos diante da idéia de Deus e das próprias pessoas , por que não? Acho que a intenção é fazer as pessoas pensarem sobre as diferenças do mundo , os problemas atuais e lembrar que o significado e os segredos que envolvem a presença/existências de Deus podem ter suas respostas mais próximas do que se imagina , no caso , dentro de nós mesmos ( de uma maneira simplificada ).Você não acha que Deus é algo tão sublime que nossa limitada natureza é incapaz de descreve-lo com perfeição? Eu sim!
Penso ser improvável o que dizem por aí a respeito de um possível conteúdo anti-cristo ou coisa do tipo pois ela -a autora – tenta colocar um questionamento sadio a respeito da crença humana e que depende de cada um deter-se ao questionamento ou ao encontro das própria respostas.Não é de hoje que bandas e/ou cantores fazem obras com alfinetadas teológicas ou se dedicam a despertar o lado humano de seus ouvintes através questionamentos senão perfeitos mas pelo menos interessantes , que merecem uma reflexão construtiva. Talvez falte mais isso nesse excesso de coisa nova que vem surgindo ultimamente.
Link para o YouTube : http://www.youtube.com/watch?v=eGdRA4xtVhI
bleed it out
E quem assiste ao vídeo do segundo single do Linkin Park , Bleed it Out , tem , dentre várias , as seguintes impressões : a primeira é que nunca existiu na carreira deles uma música e um vídeo homônimo chamado What I’ve done , já a segunda é que o LP é realmente uma banda que parece ter perdido algo muito importante no meio do caminho.A música deles soa como vendida à indústria mas (agora?) sem receios de parecer pop , querendo manter a fama ( ou aparência ) de Meninos maus que assolou o inicia da promissora carreira do grupo.O visual desleixado e o rap muito denso do Mike Shinoda não tem chamado a atenção da crítica nem dos não fãs que parecem estar mais ligados as novas vertentes da música e ouvindo algo que leva a tag de indie , emo ou pop punk.
A música Bleed it Out parece-me um grito desesperado que de alguma forma diz “Garotos , venham ouvir nosso rock.Ele ainda é muito sério”.Os refrões são repetitivamente gritados e intermediados por uma rap lento ao lado de gritos “viciantes”.O que há de autêntico ? Eu me pergunto se realmente dá para encará-los como originais diante da dita nova música do grupo , da perna balançando para fazer efeito ( e sem a produção ou presença do Jay-Z ou de algum produtor com nome de efeito) e de um monte de gente brigando ao som da potente voz do Chester ,ex-New Metal King.A faixa demonstra resistência e tentativa de prolongamento pop de um grupo que , embora muitos não gostem , escreveu sim o nome na história do rock , mesmo com poucos álbuns inéditos , com canções angustiantemente escritas entre o rock e o rap e que sempre caíram no gosto do grande público , muitas vezes até sem um julgamento crítico e aquela idéia implícita que sempre assola o universo da música que “diz” que tudo que vem de determinando artista é bom.Essa é uma boa hora para refletir-se a respeito de tudo e pensar qual será o próximo passo do mito Linkin Park.
É uma pena que LP não estremeça mais os ouvidos de quem ouve soar um dos seus novos hits com empolgação de uma revolução na música.Tudo isso talvez seja porque tudo tem sem tempo mas é bem mais provável o fato da originalidade quando forçada acabar perdendo-se em meio ao seu próprio significado.As pessoas não são coisas ou máquinas prontas para gostar de toda e qualquer fórmula pronta que lhes são impostas.A música não pode jamais ser um estado de espírito pré-definido.
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